Manaus – Motoristas e passageiros denunciam horas de espera e uma extensa fila de veículos na travessia do rio Igapó-Açu, na BR-319, na região do quilômetro 260. Um vídeo divulgado nas redes sociais nesta segunda-feira (12) mostra a situação enfrentada por quem depende do trecho para seguir viagem entre Manaus e Porto Velho.
Segundo os relatos apresentados na gravação, o tráfego ficou comprometido após um problema na balsa responsável pela travessia. Viajantes afirmam que parte da estrutura apresentou entrada de água, enquanto o baixo nível do rio dificulta a operação.
A espera, conforme as testemunhas, começou ainda na noite de domingo (11). Desde então, veículos se acumulam nos dois sentidos da rodovia, sem que os passageiros tenham uma previsão de quando poderão continuar o percurso.
Na gravação, um viajante alerta quem pretende seguir para Manaus e relata que a fila já era grande nas duas margens. Ele descreve um problema na embarcação, mas não esclarece o que provocou a avaria nem se houve alguma tentativa de reparo.
Outro relato chama a atenção para o nível reduzido do rio Igapó-Açu. A testemunha associa a dificuldade à estiagem e afirma que a entrada de água em um dos lados da balsa agravou a situação. As causas do problema e as condições de segurança da embarcação, porém, dependem de avaliação técnica.
A denúncia expõe a vulnerabilidade de uma travessia da qual motoristas e passageiros dependem para continuar pela rodovia. Quando o serviço é interrompido, o deslocamento fica condicionado à retomada da operação, prolongando viagens e podendo atrasar o transporte de mercadorias.
A permanência na estrada também aumenta a preocupação com a disponibilidade de água, alimentação e combustível. Esses são possíveis impactos de uma espera prolongada, embora o material apresentado não confirme casos de desabastecimento entre os veículos retidos.
As informações disponíveis não esclarecem quantos veículos aguardavam a travessia, a extensão exata da fila ou se outra embarcação poderia atender à demanda. Também não apresentam confirmação sobre o início da manutenção ou um horário para a normalização do serviço.
Para quem está no local, a principal cobrança é por uma solução que permita retomar a viagem com segurança e por informações claras sobre o funcionamento da travessia. Motoristas que pretendem utilizar o trecho devem buscar informações atualizadas antes de seguir para o Igapó-Açu.