O empresário Brígido Neto, de 34 anos e participante do Big Brother Brasil 26, entrou no confinamento cercado de expectativas, mas também sob forte escrutínio público. Além de disputar o prêmio milionário do reality show, o empresário enfrenta controvérsias financeiras e decisões empresariais que voltam a ser debatidas na mídia.
Antes da estreia do programa, Brígido teve contas pessoais e do colégio que administra em Manaus bloqueadas judicialmente, devido a dívidas com a empresa de aluguel de veículos Localiza. Segundo decisão do Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG), cerca de R$ 37 mil foram penhorados das contas do empresário e da instituição de ensino.

O débito original, de aproximadamente R$ 27,4 mil, surgiu em um contrato de confissão de dívida firmado em outubro de 2022, referente a aluguéis de carros e acessórios, incluindo avarias e multas. Com a incidência de juros e correções, o valor subiu para os atuais R$ 37 mil. A ação judicial teve início em fevereiro de 2023, após o descumprimento de um acordo de parcelamento em 20 parcelas de R$ 1,5 mil. O bloqueio dos valores ocorreu em outubro de 2025, autorizado pela juíza Adriana Garcia Rabelo, da 16ª Vara Cível da Comarca de Belo Horizonte, via sistema Sisbajud, que permite bloqueios automáticos por até 30 dias.

Além dos desafios financeiros, Brígido Neto também acumula episódios polêmicos em sua trajetória empresarial. Ele já comandou o podcast Brigicast, mostrando interesse em comunicação e mídia, embora o projeto não tenha se consolidado. Outro episódio marcante foi a decisão de demitir a própria mãe da escola administrada por ele, pertencente à família, atitude que gerou repercussão e debate sobre seu estilo de gestão.
Agora, no BBB 26, Brígido enfrenta não apenas a competição pelo prêmio de mais de R$ 5 milhões, mas também a exposição de um histórico multifacetado — de empreendedor ambicioso a decisões controversas que continuam a atrair atenção do público e da mídia.