Desembargadora mantém mãe e irmão de Djidja Cardoso presos e envia caso ao TJAM

A Desembargadora Luiza Cristina Marques, do Tribunal de Justiça do Amazonas (TJAM), negou no dia 13 deste mês o pedido de revogação da prisão de Cleusimar e Ademar Cardoso, mãe e irmão da ex-sinhazinha do Boi Garantido Djidja Cardoso, morta em maio de 2024.

A magistrada entendeu que o caso exige análise mais aprofundada e encaminhou a decisão ao colegiado, após solicitar informações à juíza responsável pelo processo.

A defesa dos dois alegou constrangimento ilegal, argumentando que ambos estão presos preventivamente há mais de 600 dias sem fundamentação suficiente para a manutenção da prisão. A desembargadora, no entanto, concluiu que a complexidade do caso impede a concessão de medida de urgência, reservando o exame definitivo ao julgamento pelo órgão colegiado.

Cleusimar e Ademar foram presos no dia 28 de maio de 2024, mesmo dia em que Djidja foi encontrada morta em casa, no Cidade Nova, zona norte de Manaus. Na mesma data, também foi presa Verônica da Costa Seixas, gerente do salão de beleza do qual Djidja era sócia.

Posteriormente, foram detidos o ex-namorado Bruno Roberto da Silva, o coach Hatus Moraes Silveira, o cabeleireiro Marlisson Vasconcelos Dantas, Claudiele Santos Silva, os empresários José Máximo Silva de Oliveira e Sávio Soares Pereira, donos de uma clínica veterinária, e o funcionário do estabelecimento Emicley Araújo Freitas Júnior.

Segundo a investigação, a clínica fornecia ketamina (cetamina), um forte analgésico usado em cavalos, adquirida clandestinamente e injetada em adeptos de uma seita chamada “Pai, Mãe, Vida”, liderada por Cleusimar.

A substância afeta o sistema nervoso central e deixava as vítimas em estado de transe e vulnerabilidade. Em dezembro de 2024, o juiz Celso de Paula condenou sete dos réus a 10 anos, 11 meses e 8 dias de reclusão por tráfico e associação para o tráfico de drogas.

A sentença, porém, foi anulada em setembro de 2025 pelo TJAM, que acatou o argumento de cerceamento de defesa, já que os advogados não tiveram acesso ao laudo toxicológico definitivo antes das alegações finais.

Publicidade

DESTAQUES

Karl
Morre Karl Feitosa, empresário que construiu um dos maiores conglomerados de comunicação do Amazonas
Reta final: Pontual registra Omar com 27,9% e Cidade com 27,1% no Amazonas
Plínio
Plínio Valério visita Feira da Panair ao lado do prefeito Renato Júnior e destaca investimentos no local
Carreta atinge parada de ônibus e poste durante a madrugada na Ponta Negra em Manaus
Idosa de 68 anos se perde durante chuva e é encontrada desorientada pela Força Tática em Manaus
[Vídeo]: Chuva intensa e ventos fortes assustam moradores e passageiros em Manaus
Garis encontram feto entre materiais descartados na região central de Manaus
Karl
Morre Karl Feitosa, empresário que construiu um dos maiores conglomerados de comunicação do Amazonas
Agenda de Roberto Cidade na Zona Leste tem como foco ‘Mulher Segura’ e ampliação do Auxílio Estadual como pautas
Moradores fecham rua após quatro dias sem energia elétrica em Manaus
Polícia divulga foto de suspeito de matar mulher em unidade de acolhimento em Manaus
Homem é encontrado morto com sinais de carbonização em terreno na Torquato Tapajós em Manaus
Manaus, Manacapuru, Itacoatiara e Iranduba terão manutenção na rede elétrica nesta sexta
Roberto Cidade pede apoio federal para reforçar combate às queimadas no Amazonas
Mãe e filho morrem afogados após canoa virar no Rio Urubu em Itacoatiara no Amazonas
Amazonense Patixa Teló é premiada em cerimônia do Prêmio Jovem Brasileiro 2026