Fez o sinal do PCC e pagou caro: CV corta dedos, nervos e tendões de homem com Machadinha; Veja Vídeo

12 de julho de 2025 às 14:44 - Horário de Manaus

Por Redação Para o Vizinho TV

Brasil – Um vídeo brutal e perturbador está circulando nas redes sociais e mostra um ato cruel de tortura cometido por membros do Comando Vermelho (CV). Nas imagens, um homem é violentamente punido com vários golpes de machadinha após ter feito o gesto com três dedos, sinal reconhecido como símbolo da facção rival Primeiro Comando da Capital (PCC).

A sessão de tortura foi registrada em uma área de mata fechada, aparentemente para evitar que os gritos desesperados da vítima fossem ouvidos. O local ermo e a escuridão ao redor tornam o cenário ainda mais macabro.

Com os pulsos amarrados e completamente rendido, o homem observa com terror o momento em que os criminosos erguem a machadinha e começam a decepar seus dedos, um a um. O corte não é limpo: o instrumento dilacera lentamente ossos, tendões e nervos, causando um sofrimento indescritível. A cada golpe, a vítima se contorce, grita de dor e implora por sua vida.

Os algozes, no entanto, parecem indiferentes à dor alheia. Durante o vídeo, é possível ouvir os criminosos zombando e fazendo ameaças. Um deles afirma com frieza:
“Da próxima vez que tu fizer esse sinal aí, vai ser pior. A gente vai te picar inteiro.”

De acordo com informações preliminares, o homem seria morador de uma área dominada pelo Comando Vermelho, mas teria vínculos com a facção rival. O gesto com três dedos, característico do PCC, teria sido interpretado como uma provocação e traição, o que motivou a punição violenta.

O caso reforça a escalada de violência e a guerra silenciosa entre facções criminosas que disputam territórios dentro e fora do sistema prisional no Brasil. Atos como esse mostram o nível de crueldade adotado como “disciplina interna” e o terror que essas organizações impõem aos seus próprios membros e à população.

ATENÇÃO: As imagens são extremamente fortes e não serão exibidas por respeito às vítimas e aos leitores.