URGENTE: Mãe acaba de jogar bebê recém-nascido com restos de parto no matagal do bairro Mauazinho; veja vídeo

07 de julho de 2025 às 18:12 - Horário de Manaus

Por Redação Vizinho TV Para o Vizinho TV

Manaus (AM) – Um caso chocante de abandono de incapaz foi registrado na tarde desta segunda-feira (7), no bairro Mauazinho, na zona Leste de Manaus. Um bebê recém-nascido foi encontrado jogado em uma área de mata por moradores da região, ainda com restos de parto pelo corpo, indicando que havia nascido há pouquíssimo tempo.

De acordo com relatos, os vizinhos escutaram um barulho estranho vindo da vegetação e, ao se aproximarem para verificar, se depararam com a cena desesperadora: o bebê, do sexo ainda não confirmado, estava nu, chorando muito e coberto de resíduos de parto. Segundo testemunhas, ele parecia ter sido abandonado logo após deixar a maternidade.

Em estado de choque, os moradores imediatamente acionaram a Polícia Militar, que chegou ao local e prestou os primeiros socorros. O recém-nascido foi levado às pressas para a Maternidade Ana Braga, na zona Leste da cidade, onde recebeu atendimento médico emergencial.

Até o momento, não há informações sobre a identidade da mãe ou dos responsáveis pelo abandono. A Polícia Civil deve investigar o caso e a Delegacia Especializada em Proteção à Criança e ao Adolescente (DEPCA) já foi acionada.

A situação causou revolta e comoção entre os moradores da área. “É inacreditável alguém ter coragem de fazer isso com um anjo desses. Ele ainda estava com o cordão umbilical”, relatou uma moradora que preferiu não se identificar.

O Conselho Tutelar também foi informado e acompanha o caso para garantir que o bebê receba os cuidados necessários e seja encaminhado a um abrigo seguro, até que a justiça decida sobre seu futuro.

Informações adicionais

  • Quem tiver informações sobre o paradeiro da mãe ou de possíveis responsáveis pode entrar em contato de forma anônima pelo número 181 (Disque-Denúncia).
  • Abandono de incapaz é crime previsto no artigo 133 do Código Penal Brasileiro, com pena que pode chegar a até 6 anos de reclusão, agravada em caso de morte.