Vaquinha solidária: Ajude o Davi sequelado de espancamento supostamente pelo pai e madrasta

Manaus – A família do pequeno Davi, 4, que sofreu um dano irreversível no cérebro após uma série de espancamentos, está realizando uma “vaquinha virtual” para ajudar nas despesas do tratamento da criança, em Manaus. O pai e a madrasta do menino são suspeitos das agressões e estão respondendo pelo crime em liberdade.

A história repercutiu e revoltou muitas pessoas. Em poucas horas, o site da vaquinha já tinha arrecado mais de R$ 800 mil. Após quase dois meses internados sendo 20 dias na Unidade de Terapia Intensiva (UTI), a família explicou que além do dano irreversível no cérebro, Davi não fala, não anda, se alimenta por sonda e usar traqueostomia.

A mãe da criança diz que o filho é um verdadeiro milagre e conta que precisou se afastar do trabalho e da faculdade para cuidar do menino.”Davi precisa de todo apoio do mundo para ter os melhores tratamentos, além de ajuda com custos com fraldas, cadeira de rodas, de banho, postural e muito mais”, diz um trecho do relato da família.

Ainda segundo a família, a madrasta foi a responsável pela agressões e o pai não estava em casa no momento, mas foi omitiu a situação. Os suspeitos ficaram presos por um mês e aguardam julgamento em liberdade.

Relembre o caso

No dia 31 de maio de 2022, a mãe do menino foi até a Delegacia Especializada em Proteção à Criança e ao Adolescente (DEPCA) relatar que o filho estava sofrendo maus-tratos. De acordo com a delegada Joyce Coelho, titular da unidade especializada, a criança costumava passar os fim de semanas com o pai e relatou que a madrasta pisava no estômago dele, derrubava ele no chão e o enforcava.

No dia 4 de junho, o menino deu entrada no hospital apresentando vômitos com sinais de que havia engolido uma moeda. Após atendimento médico, a criança retornou para a casa do pai. Já no dia 10 de junho, a vítima voltou ao hospital e a equipe médica descobriu que ele estava com uma tampa de paste de dente na garganta.

Após quase dois meses internados sendo 20 dias na Unidade de Terapia Intensiva (UTI), a família explicou que além do dano irreversível no cérebro, Davi não fala, não anda, se alimenta por sonda e usar traqueostomia. A mãe da criança diz que o filho é um verdadeiro milagre e conta que precisou se afastar do trabalho e da faculdade para cuidar do menino.

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