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Desde a tríplice fronteira, operação destrói 29 dragas de garimpos no AM

Por Da Redação, para o VizinhoTv Para o Vizinho TV

26 de maio de 2023

Ação na Amazônia, em andamento, é comandada pelas Forças Armadas

As Forças Armadas destruíram 29 dragas do garimpo ilegal no Amazonas. A ação, que iniciou na Tríplice Fronteira da Amazônia (Brasil, Colômbia e Peru), ocorreu ao longo de nove dias e faz parte da ‘Operação Ágata Amazônia – Comando Conjunto Uiara’, que apreendeu mais de 1 tonelada de drogas.

De acordo com o Ministério da Defesa, os trabalhos somam um prejuízo de, aproximadamente, R$ 71,3 milhões às atividades criminosas.

As ações ocorrem em cooperação com órgãos de proteção ambiental, segurança pública, inteligência e saúde indígena, como o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), a Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai), a Polícia Civil, a Polícia Federal, a Agência Brasileira de Inteligência (Abin) e a Secretaria Especial de Saúde Indígena (Sesai).

Marinha, do Exército e da Aeronáutica atuam com um efetivo de 1.320 militares, que utilizam 7 navios, 8 embarcações e 10 aeronaves.

Segundo o comandante da operação no Comando Conjunto Uiara, Vice-Almirante Thadeu Marcos Orosco Coelho Lobo, as Forças Armadas atuam para prevenir, controlar, fiscalizar e repreender os crimes cometidos na fronteira do Amazonas com outros países.

“É um trabalho intenso em que temos militares das três Forças empregados. São diversos meios navais envolvidos, com tropas da Marinha e do Exército, além do apoio de transporte aéreo pela Aeronáutica”, informou, por meio da assessoria de imprensa.

Entre 16 e 23 de maio, a operação apreendeu 1.115 kg de drogas, como maconha e skank.

Em parceria com agentes do Ibama, os militares destruíram 29 dragas utilizadas no garimpo ilegal e estruturas de apoio – balsas de combustíveis, antenas de internet satelital e sistema de câmeras de segurança.

Segundo a avaliação do órgão, cada embarcação ilegal pode custar de R$ 600 mil a R$ 7 milhões cada. “Dessa forma, o prejuízo gerado ao garimpo ilegal ultrapassa R$ 49 milhões”, afirmou o Ministério da Defesa.

via: G1

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