Manaus – Um motorista de aplicativo virou assunto nas redes sociais após publicar um vídeo em que relata uma situação inusitada vivida durante uma corrida realizada em Manaus. Segundo ele, duas estudantes que teriam embarcado nas proximidades da Universidade do Estado do Amazonas (UEA) entraram no veículo com um forte odor corporal, o que teria deixado o carro com mau cheiro mesmo após o término da viagem.
No vídeo, que rapidamente ganhou repercussão e dividiu opiniões entre os internautas, o motorista aparece visivelmente incomodado ao comentar a experiência. De acordo com ele, o contraste entre a aparência das passageiras e a situação chamou sua atenção.
“Acabei de pegar uma corrida aqui com duas moças bonitas, saindo da UEA ali. Cara, as moças bonitas, mano. Entraram no carro podres, podres”, desabafou.
O motorista ainda relatou que as jovens elogiaram o aroma do veículo assim que entraram, o que tornou a situação ainda mais constrangedora para ele. “Quando eu abri a porta, tá ligado quando tu abre a porta e vem aquele bafo quente? Quente do calor. E entra aquela catinga junto. Pô, irmão. Aí já entraram falando assim, ‘nossa, que carro cheiroso’. E eu pensando, meu Deus, como essas mulheres estão fedendo”, contou.
Ao final da gravação, ele aproveitou para fazer um apelo aos passageiros, destacando a importância dos cuidados com a higiene pessoal, especialmente em uma cidade de clima quente e úmido como Manaus. “O mínimo é tomar um banho. Leva um perfumizinho. Vai pegar ônibus aí, tá fedendo. Vai pegar um carro de aplicativo, tá fedendo. A galera reclama do motorista, mas tem passageiro que é podre, mano. O carro ficou empestado”, afirmou.
Nas redes sociais, o vídeo gerou uma enxurrada de comentários. Enquanto alguns usuários concordaram com o desabafo do motorista e relataram experiências semelhantes em ambientes fechados e no transporte público, outros criticaram a exposição das passageiras e consideraram o comentário desrespeitoso.
Apesar da repercussão, não há confirmação sobre a identidade das jovens nem sobre o curso que estariam frequentando. O caso segue repercutindo na internet e reacendendo debates sobre higiene pessoal, respeito entre passageiros e motoristas de aplicativo e os limites da exposição nas redes sociais.