Peixe de R$ 300 e refrigerante de R$ 30: Janderson Peixeiro rebate críticas: “Se não tem dinheiro, fique em casa”; veja vídeo

Parintins (AM) – Uma declaração do influenciador digital e comerciante Janderson Peixeiro provocou uma enxurrada de críticas nas redes sociais durante o Festival Folclórico de Parintins. Após ser alvo de reclamações pelos preços cobrados em sua barraca de pescados, ele afirmou que quem considera os valores elevados “deveria ficar em casa”, o que gerou forte repercussão entre internautas.

A polêmica começou depois que visitantes divulgaram vídeos mostrando os preços dos produtos comercializados no local. Entre eles, a tradicional banda de tambaqui era vendida por valores que variavam entre R$ 150 e R$ 300, conforme o tamanho do peixe. Já o refrigerante de 1 litro custava R$ 20, enquanto a garrafa de 2 litros era comercializada por R$ 30.

Em resposta às críticas, Janderson utilizou suas redes sociais para defender os preços praticados. Segundo ele, os produtos oferecidos possuem qualidade e os valores são compatíveis com os custos necessários para manter uma estrutura funcionando durante um dos maiores eventos culturais do país.

Durante o desabafo, o influenciador afirmou que muitos usuários da internet criticam sem sequer conhecer o serviço prestado e citou avaliações positivas recebidas de clientes e criadores de conteúdo que passaram pelo estabelecimento.

“Se você não tem dinheiro ou acha caro, não saia de casa”, declarou o comerciante em um dos trechos do vídeo publicado nos stories.

A fala que mais repercutiu, porém, foi quando ele afirmou que pessoas sem condições financeiras deveriam repensar a ida ao festival. A declaração foi interpretada por muitos como preconceituosa e gerou uma onda de comentários negativos.

Nas redes sociais, diversos internautas classificaram a postura como arrogante e afirmaram que o Festival de Parintins é um patrimônio cultural que reúne visitantes de diferentes classes sociais, não devendo ser tratado como um evento exclusivo para quem pode pagar preços elevados.

Por outro lado, parte do público saiu em defesa do comerciante. Alguns argumentaram que o funcionamento de uma barraca durante o festival exige investimentos elevados com logística, transporte, refrigeração, funcionários, taxas, aluguel de espaço e compra de mercadorias, fatores que acabam influenciando diretamente no preço final dos alimentos e bebidas.

A discussão rapidamente ganhou grande repercussão nas plataformas digitais e reacendeu o debate sobre os valores cobrados durante grandes eventos, dividindo opiniões entre consumidores que consideram os preços abusivos e comerciantes que defendem a necessidade de compensar os altos custos da operação temporária.

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