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TRETA: Alberto Neto votou pela soltura de Chiquinho Brazão, Marcelo Ramos rebate “Ele optou por libertar um assassino”

Por Da Redação, para o VizinhoTv Para o Vizinho TV

11 de abril de 2024

Único representante do Amazonas na Comissão de Constituição e Justiça da Câmara Federal, o deputado Capitão Alberto Neto (PL) emitiu um dos 25 votos favoráveis à libertação do deputado federal Chiquinho Brazão (sem partido/RJ), detido pela Polícia Federal sob suspeita de ter ordenado o assassinato da vereadora Marielle Franco e de seu motorista, Anderson Gomes, em 2018.

Nas redes sociais, políticos de esquerda, como o pré-candidato a prefeito Marcelo Ramos, criticaram a decisão do deputado do Amazonas. “Ele optou por libertar um assassino. Aqueles que costumavam defender que ‘bandido bom é bandido morto’ e clamavam por leis penais mais rígidas agora estão testemunhando a verdadeira face do Bolsonarismo”, afirmou Ramos.

O parecer do deputado Darci de Matos (PSD/SC) pela manutenção da detenção do parlamentar do Rio de Janeiro prevaleceu na votação da CCJ com 39 votos. Brazão está detido juntamente com outras cinco pessoas acusadas de também estarem envolvidas na morte da vereadora.

Por 39 a 25 votos, e apenas uma abstenção (do deputado João Leão – PP/BA), o presidente da Câmara Federal, Arthur Lira (PP/AL), se comprometeu a submeter o relatório da CCJ a votação ainda nesta quarta-feira (10/4).

O parecer de Darci de Matos foi aprovado com forte oposição de parlamentares do PL, que defendiam a libertação do deputado. Eles argumentaram que a sua detenção viola a imunidade parlamentar, alegando não haver flagrante delito na decisão da primeira turma do Supremo Tribunal Federal (STF) atendendo a solicitação da Procuradoria Geral da República e da Polícia Federal.

No parecer aprovado, Darci de Matos concordou com as autoridades judiciárias de que havia evidências contínuas de crime, uma vez que Brazão, mesmo detido, continuou exercendo suas funções como deputado para obstruir as investigações sobre as mortes de Marielle Franco e Anderson Gomes.”

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