Manaus (AM) – Preso por homicídio qualificado e cercado por uma série de processos judiciais, Fernando Batista de Melo, de 47 anos, não é apenas mais um nome nos registros da polícia. Por trás da prisão recente, existe uma trajetória marcada por violência, conflitos com a Justiça e crimes graves, que se arrastam por mais de uma década.
Fernando é natural de Belém, no estado do Pará, mas construiu sua vida no Amazonas. Segundo registros oficiais, ele morava em Manacapuru (AM), no bairro Centro, na Avenida Padre Rafael, e também manteve vínculos residenciais em Manaus, onde se envolveria nos crimes que marcaram seu histórico.

Consultas nos sistemas do Tribunal de Justiça do Amazonas (TJAM) mostram que Fernando aparece em processos desde 2015, envolvendo investigações criminais, ações penais, pedidos de prisão, processos familiares e conflitos judiciais constantes.
Entre os registros estão:
pedido de prisão preventiva por falsificação de documento (2015);
ação penal por violência contra a mulher (2017);
processos em segredo de justiça por guarda de filhos;
ações por pensão alimentícia;
cumprimentos de sentença;
processos cíveis e familiares;
comunicações de mandado de prisão;
e, agora, processo por homicídio qualificado.
No meio desse histórico, um fato se destaca pela brutalidade: Fernando Batista de Melo é o homem que matou o próprio filho, estrangulado dentro do banheiro da residência da família, no bairro Cidade de Deus, zona norte de Manaus.
O crime gerou comoção, revolta popular e repercussão em toda a cidade. A morte da criança dentro de casa, pelas mãos do próprio pai, entrou para a história policial como um dos episódios mais chocantes já registrados na capital.

Em janeiro de 2026, Fernando foi preso em cumprimento a mandado de prisão preventiva por homicídio qualificado, expedido pelo Tribunal de Justiça do Amazonas. Ele foi capturado em uma área de mata na zona oeste da cidade e permanece preso à disposição da Justiça.
O Ministério Público do Amazonas acompanha o caso e informou que o posicionamento oficial será apresentado durante a audiência de custódia.

Natural de Belém (PA), Fernando construiu sua vida adulta no Amazonas, fixando residência em Manacapuru e mantendo circulação constante por Manaus. Ao longo dos anos, deixou de ser apenas um cidadão comum para se tornar um nome frequente nos registros policiais e judiciais.
Hoje, o nome Fernando Batista de Melo está ligado a:
homicídio qualificado;
histórico de violência doméstica;
investigações por falsificação de documentos;
múltiplos processos familiares;
ações judiciais diversas;
e ao crime que mais chocou Manaus: a morte do próprio filho.
O que começou como uma trajetória comum terminou se transformando em um dossiê criminal, que hoje reúne anos de processos, denúncias, investigações e crimes graves.
Fernando está preso. Mas sua história, construída entre Belém, Manacapuru e Manaus, já está marcada como uma das mais sombrias da crônica policial do Amazonas.