Manaus – O assassinato brutal do pequeno Emanuel, de apenas 3 anos de idade, continua causando comoção, revolta e indignação em toda a população amazonense. A criança foi morta pelo próprio pai, Fernando Batista Melo, após uma discussão com a mãe do menino.

De acordo com informações apuradas pelas autoridades, o homem teria arrastado a criança pelo braço, proferindo palavrões, levado o menino até o banheiro da residência, arremessado contra a parede e, em seguida, degolado a vítima com uma faca de cozinha. A cena chocou familiares, vizinhos e a sociedade em geral pela extrema violência do crime.
Desde então, a polícia realiza uma verdadeira força-tarefa para localizar o suspeito. As buscas se estenderam por toda a madrugada em áreas de mata, terrenos baldios e regiões de difícil acesso em diferentes zonas da capital. Fernando Batista Melo segue foragido e está sendo procurado em todos os cantos da cidade de Manaus.
Equipes especializadas, com apoio de cães farejadores, continuam realizando varreduras em áreas próximas a possíveis esconderijos, incluindo matas, becos e comunidades. Até o momento, o suspeito não foi localizado.
Ainda na noite de quinta-feira, uma facção criminosa (CV) teria divulgado uma nota informando que Fernando estaria “decretado”, o que aumentou ainda mais a tensão nas ruas. Informações de bastidores indicam que, em áreas dominadas pelo crime organizado, há movimentação de criminosos à espera de qualquer pista sobre o paradeiro do suspeito.

O caso gerou uma onda de pedidos por justiça, tanto por parte da família quanto da população do Amazonas. Nas redes sociais, manifestações de revolta se multiplicam, com cobranças por uma resposta rápida das autoridades e punição exemplar ao responsável pelo crime.
A Polícia Civil reforça que qualquer informação que possa ajudar na localização do suspeito pode ser repassada de forma anônima pelos canais oficiais de denúncia, garantindo sigilo absoluto da identidade do informante.
O crime segue sendo investigado e tratado como homicídio qualificado, com agravantes pela brutalidade e pelo vínculo familiar entre autor e vítima.